Não confunda quem é rico com quem apenas tem dinheiro

 

Comentei recentemente com um parceiro de labuta que estava voltando aos conteúdos do blog Supere-se_Online. Estou de volta após mais um “sabático forçado”, período em que precisei dar um belo “drible da vaca” no mais recente alarme acionado pelo meu coração.

Conversando informalmente com esse companheiro de jornadas, senti algo novo e estranho, que me remeteu a uma noção tênue… A noção da têmpera do espírito vencedor.

 

 

 

Uma rápida pesquisa indica que, na metalurgia, fundição e na ciência dos materiais, a têmpera é um tratamento térmico que serve para aumentar a dureza e a resistência mecânica de aços e outras ligas metálicas. Preferi esse exemplo a qualquer outro porque, na minha infância, morei bem em frente aos primórdios da Fundição Tupy. A vizinhança inteira convivia com o calor extra do fogaréu e com o ruído metálico característico da modelagem do metal em brasa — um som audível na minha memória ainda agora, setenta anos depois.

 

Mas e na Ciência da Vida?

Será que o tratamento que nos é dispensado pelos inúmeros desafios e experiências de toda ordem — a que somos submetidos diuturnamente neste Orbe — também não aumenta a nossa resiliência? Será que essa têmpera não contribui para a nossa evolução espiritual, à medida que nossa conformação física vai se alterando e se transformando?  Questão polêmica, certamente. Mas faz refletir, concorda?

 

O esporte preferido no teto branco

Numa cama de hospital, o tempo custa a passar. Refletir sobre questões pouco rotineiras passa a ser o “esporte preferido” do período — até para evitar pensar muito no custo da brincadeira na casa de saúde, na conta bancária e em tantas outras preocupações.

 

Foi matutando assim, olhando para o teto branco, que fiquei puxando pela memória trechos do excelente artigo “Ricos e ricos”, que o jornalista J.R. Guzzo publicou na revista Veja em fevereiro de 2012. Li e reli aquele texto inúmeras vezes ao longo dos anos. Eu queria entender aquele universo e, por que não, ser rico também? É dali, inclusive, que tirei a inspiração para o título deste artigo.

 

No texto, Guzzo faz referência a F. Scott Fitzgerald, autor de clássicos como O Grande Gatsby e Suave é a Noite, e à forma como ele “filosofava” a respeito dos endinheirados. Fitzgerald ensinava que os ricos “são seres humanos diferentes de você e, provavelmente, de todas as pessoas que você conhece mais de perto”. Ele alertava: “Não pense, nem por um instante, que você possa estar na mesma turma. (…) É possível, sim, conviver com gente rica, falar de assuntos comuns, frequentar lugares parecidos… Mas, inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde, vai ficar claro que a aproximação chega só até certo ponto; a partir daí entra em ação um freio automático e os ricos deslizam de volta para o seu mundo psicológico particular”.

Fitzgerald tinha uma prodigiosa capacidade de entender as relações humanas e decifrar como elas funcionavam. Ele não precisou de muito tempo para descobrir que os ricos de berço e de alma fazem parte de uma outra espécie. Não se trata de debater se são bons ou maus, melhores ou piores. São apenas diferentes.

 

A nova corte dos “Reis” brasileiros

 

Será útil saber mais sobre eles? Talvez seja, partindo desse princípio de que são diferentes. Especialmente se levarmos em conta a quantidade extraordinária de novos ricos promovidos pela mídia de massa quase todos os dias no Brasil.

 

Fica até difícil acompanhar: quem tem o maior iate? Quem voa no jato mais rápido? Quem construiu a cobertura triplex mais luxuosa no espigão do momento? A lista dos “reis” é cada vez mais longa. Vai dos fundos de investimentos aos remédios genéricos; das fintechs e plataformas de e-commerce aos novos barões do Agronegócio — empresários bilionários que enriqueceram integrando biotecnologia, automação e softwares de gestão à terra.

 

Temos ainda os reis do private equity e venture capital, que financiam as startups do futuro, e a novíssima onda dos reis da Inteligência Artificial. Estes últimos são brasileiros que estão enriquecendo ao criar “IAs de Nicho”, resolvendo problemas crônicos, chatos e caros de setores tradicionais da economia.

 

Como se vê, as grandes fortunas brasileiras deixaram de ser construídas apenas em cima da produção tradicional de cuecas, calcinhas, tubos de plástico ou queijo provolone.

 

Em 2012, o artigo de Guzzo mencionava um cálculo de 145.000 milionários no Brasil, usando a definição corrente de quem possui patrimônio acima de determinado valor em dólar. Anos depois, o relatório Global Wealth Report, divulgado pelo banco suíço UBS, estimou que o número de milionários brasileiros saltou para a casa dos 386 mil. O país consolidou-se como o detentor da maior população de milionários da América Latina.

 

Esse critério da dolarização é excelente do ponto de vista prático. Sobretudo porque deixa perfeitamente claro quem não é rico. Mas, daí em diante, a coisa se complica, pois a matemática fria não distingue quem é quem na essência da riqueza.

 

Dinheiro versus Riqueza

Para ser rico de verdade, é fundamental ter dinheiro. Mas isso não basta. Há casos flagrantes em que o sujeito é rico apenas pela aritmética, carecendo daquela sutil e marcante diferença notada por Fitzgerald.

Encaixam-se nessa prateleira certas figuras de reality shows cujo comportamento, em poucos minutos de tela, mostra que a fortuna é só um número cômico. O mesmo vale para alguns influenciadores digitais, jogadores de futebol, subcelebridades de redes sociais e famosos instantâneos que operam no vazio. Têm o dinheiro, mas não têm a têmpera.

Uma sociedade não fica mais rica sem pessoas ricas. Mas vale a provocação: se todos esses 386 mil milionários sumissem de repente do mapa — seja por uma canetada do Ministério da Fazenda ou pelo agravamento da atual “fuga de cérebros e de capitais” motivada pela insegurança jurídica e tributária —, será que um único pobre deixaria de ser pobre?

A realidade é dura. O mesmo levantamento do banco suíço aponta que o Brasil ocupa uma das piores posições globais em igualdade de distribuição de riqueza, com cerca de 69% da população adulta possuindo menos de 10 mil dólares acumulados ou investidos.

 

Sejamos ricos além dos números

Com o passar dos anos, a vida nos mostra que é possível ser rico bem longe dos rankings e dos noticiários interesseiros. Ser rico não é apenas sobre o quanto você acumulou na conta bancária.

Você pode se sentir genuinamente rico quando:

  • Tem a oportunidade de aprender algo novo;
  • Decide recomeçar e refazer a rota;
  • Compreende o que antes parecia um enigma;
  • Perdoa a si mesmo e aos outros;
  • Transmuta dores profundas em lições de vida.

Você pode se sentir muito rico quando supera os tombos da jornada e percebe, bem lá no fundo do peito, os efeitos de uma verdadeira têmpera de vencedor.

Experimente. Agora, supere-se e viva melhor.

 

Antes de fechar, um rápido recado aos seguidores que se interessaram pela Solução de Sinatra

 

abordada em Supere-se Suplementando.

E em especial, aqui, às senhoras e senhores empresários(as), engenheiros(as) e arquitetos(as) ligados ao Sindicato da Indústria da Construção e Mobiliário de Blumenau onde havíamos iniciado nosso trabalho informativo-promocional de representante comercial digital (conhecido como Afiliado) da Nutrigenes em meados do ano.

Forçado a um novo recolhimento para tratamento de saúde, neste ínterim tivemos a publicação desta resolução administrativa por parte da direção da Nutrigenes:

Suspensão do Programa de Afiliados Nutrigenes
Informamos que, por decisão administrativa, o Programa de Afiliados Nutrigenes será suspenso por prazo indeterminado.
A suspensão entra em vigor em 14/09/2026, às 12:00. A partir desse horário, novas indicações, atribuições e comissões deixarão de ser geradas pelo Programa de Afiliados.
A decisão ocorre após o acompanhamento das atividades relacionadas ao programa e das práticas de divulgação realizadas por participantes, especialmente em relação ao uso da marca Nutrigenes em anúncios patrocinados e mecanismos de busca.
A Nutrigenes já adotou medidas administrativas e extrajudiciais para proteção de sua marca, de seus canais oficiais e de seus investimentos em mídia, incluindo comunicações formais relacionadas ao uso indevido da marca em campanhas publicitárias.
Importante: Registros e comissões anteriores ao horário da suspensão permanecerão sujeitos às regras, validações, auditorias e demais condições aplicáveis ao Programa de Afiliados.
A área do afiliado permanecerá disponível para consulta de informações e registros existentes.
Em caso de dúvidas administrativas, entre em contato com a Nutrigenes pelos canais oficiais.
Atenciosamente, Equipe Nutrigenes
(Esta comunicação constitui aviso administrativo aos participantes do Programa de Afiliados Nutrigenes acerca da suspensão do programa).

 

O informe acima é esclarecedor por si, e cabe tão somente frisar que não fomos alvo de nenhuma sanção por parte da empresa, permanecendo incólumes a admiração por sua linha de produtos de benefícios conhecidos e afiançados de longa data, bem como a parceria em esforços educacionais com a sua direção.

A Nutrigenes (marca registrada) tem seu site próprio https://nutrigenes.com.br/   e está presente nos principais canais de e-commerce pelo país.

Continuaremos visando a difusão de conhecimento alusivo à suplementação alimentar e saúde da pessoa idosa, com ênfase nos portadores de doença cardiovascular, buscando acompanhar a evolução e polêmicas envolvendo “saúde química” e “saúde natural”.

Com tal intento buscaremos ser prestigiados e honrados sempre por essa retaguarda segura a ser mencionada e reprisada quantas vezes forem necessárias:

… Atuaremos acoplados à mentoria segura resultante das inúmeras entrevistas realizadas com médicos, farmacêuticos, cientistas e especialistas pelo Jornalista Fernando Beteti, expert com consistente bagagem de mais de 30 anos neste segmento, sendo conhecido como Repórter Saúde com 1,06 mi de seguidores em nosso país e exterior no Youtube, além de outras redes e canais sociais, e cujo trabalho educacional de enorme relevância conhecemos em 2018.

 

Essa visão transcende e independe de relação ou bonificação comercial, e assim será implementado paulatinamente na continuidade, com investimento de tempo, recursos e o que mais for se tornando necessário.

 

Agora, sim, e de novo, aproveite esse momento, supere-se e viva melhor.

Saúde e Paz.

 

Você vive, ou conhece alguém que vive com sérias restrições no dia-a-dia por não ter mais a autonomia de antes?

Já não sai mais de casa por medo de passar mal por falta de ar? Suas caminhadas são de meia dúzia de passos e é obrigado(a) a parar para puxar o oxigênio? Subir uma escada só agarrado(a) ao corrimão ou com apoio de alguém de tanta fraqueza e cansaço imediato? Tarefas domésticas simples que sempre realizou no “piloto automático” agora se impõe pesadas e desafiadoras? Experimente o alívio natural da SOLUÇÃO DE SINATRA o quanto antes.