Descubra como uma leitura transformadora levou William Patrick a encarar suas falhas e despertar seu “Outro EU”. Um encontro revelador com Napoleon Hill que mostra que fracasso também ensina — se você estiver pronto para ouvir.
… William Patrick, premido por aquela situação de depressão e revolta, resolveu então que já era tempo de descobrir a verdade. Descobrir por que, afinal, não estava conseguindo o sucesso pessoal que tanto desejava.
Começou a estudar as pessoas.
Iniciou estudos da filosofia envolvida no “fator de equilíbrio” no trato com dinheiro e com pessoas.
Certo dia, examinando revistas numa banca, viu um exemplar de ‘Pense e Enriqueça’ que não titubeou em comprar.
De início, não compreendia inteiramente tudo o que lia, mas teve a certeza de que no livro havia alguma coisa válida. Chegou a sentir mais uma vez aquela velha sensação de saber, sem saber como sabia, de que estava agora no caminho certo, sentindo igualmente ‘as ligações intangíveis’.
Leu e releu e descobriu que estava identificando dentro de si mesmo “um Outro EU”, uma parte dele que sempre estivera ali, mas que Patrick não sabia externar.

Passou a meditar sobre os “quase sucessos “e fracassos que tivera.
Examinou toadas as suas atitudes e hábitos.
Compreendeu que andara fazendo promessas a si mesmo e a outros que eram convenientes em dado momento, mas que, com toda honestidade, ele sabia que jamais cumpriria.
Percebeu que havia construído “castelos de cartas” para ele mesmo sem pensar o suficiente e com a devida frieza nas implicações da ausência de “um trato justo” com todos os demais interessados envolvidos em seus negócios. Se não foi inteiramente desonesto, mas agora reconhecia que fez suas ‘manobras’ para ‘empurrar mais brasa para suas sardinhas’.
Com essa introspecção, chegou à conclusão de que há apenas duas causas para o fracasso.

A primeira é a indolência (também conhecidas por aí como moleza, vadiagem, abatimento, apatia, debilidade, fraqueza, preguiça, entre outros significados). A segunda, a desonestidade.
Que não era molenga ou preguiçoso ele tinha convicção. E quanto à desonestidade, percebeu que a maior era com ele mesmo, nessa teimosia e recusa em não aceitar sua responsabilidade com pessoas em todo seu networking, em todas as áreas de seus contatos.
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