Chamaram-no de “felizardo”, “homem de sorte”, “gênio financeiro”, “bem-sucedido na vida”. Objetivamente, foi um homem que descobriu sua verdadeira identidade e, a partir desse ponto, evoluiu para realizações ainda maiores porque aprendeu o que significa ‘o poder que emana do autoconhecimento’.

As próximas linhas darão a conhecer a quem interessar possa um exemplo grandioso de pessoa que aprendeu a dominar o poder de sua mente.
A história desse homem é mais uma prova de que a Ciência da Realização Pessoal funciona quando levada à prática através de todos os seus dezessete princípios.
Nascido em 1930, sua ascenção à fama e à riqueza ocorreu nos anos entre 1962 e 1967.
Aos 17 anos estabeleceu Sua Meta de Superação: seu sonho era tornar-se milionário aos trinta e cinco anos, e em seguida, dedicar-se ao serviço público.
Seu perfil foi o de um idealista de velha cepa, com enfoque e a pressa do jato em negócios, relações públicas e política.
Agora, lendo sobre como esse homem, num espaço de tempo muito curto aos padrões vigentes, conseguiu transformar sua vida de um fracasso num sucesso, você pode alimentar novas esperanças.
Se você acha que “alguma coisa está faltando” em sua personalidade, ou se tem problemas financeiros ou desapontamentos, coragem, porque nesse conteúdo que você passa a acompanhar talvez seja apresentado a seu “outro eu”.
Mas não se iluda pensando que pode modelar sua vida na de outra pessoa.
Você, e só você, tem o poder de dirigir sua mente para encontrar o seu “outro eu”, e não se preocupe se não esteja entendendo, no momento, do que se trate, pois compreenderá “nos próximos capítulos”.
Embora tenha conhecido a pobreza e o fracasso, Wlliam Penn Patrick chegou a ser uma pessoa triunfante, respeitada e bem sucedida, a ponto de amealhar também sua coleção particular de invejosos, opositores e detratores. Morreu cedo, aos quarenta anos em um acidente aéreo.
Que essa “prova dos 9” que Patrick fez questão de tirar dos 17 Princípios da Ciência da Realização Pessoal, sirva de exemplo e inspiração, além de clarear a questão da personificação do sucesso, fazendo com que cada qual possa também se empenhar com orientação segura e, assim, atingir suas metas mais altas.
Uma estranha sensação
Patrick contou a Napoleon Hill e seu Secretário E. Harold Keown uma experiência de infância. De ir à igreja nos princípios das manhãs de domingo, antes que chegassem os fiéis. Adorava chegar à igreja a essa hora para brincar no teclado do órgão quando ninguém estava por lá, e mais tarde, de poder tocar o sino.

“ – Lembro-me de ter sentido, lá sozinho na igreja, que havia mais vida do que aquilo que podemos tocar, ver, sentir ou medir.
Fiquei cheio de respeito, e um pouco amedrontado, ao descobrir isso sem saber como viera a descobrir, mas sempre me lembrei dessa sensação.
Os anos transcorridos entre o meu décimo e décimo quinto aniversário, porém, foram os mais infelizes de minha vida, lembrou.
Após a morte de minha mãe e novo casamento de meu pai, houve dias de muita dureza.
Experimentei fome física… e a insegurança provocada pela falta de amor e o medo, e o frio desespero que só um rapaz de 15 anos pode sentir…”
A história dele não difere muito da que poderia ser contada por muitos homens de sua geração.
Repercussões das circunstâncias econômicas que prevaleceram após a Segunda Guerra Mundial
Nascido justamente a tempo de pegar as repercussões das circunstâncias econômicas que prevaleceram nos Estados Unidos da América do Norte após a Segunda Guerra Mundial, e a tempo de prestar serviço militar no Japão e na Coréia, aprendeu cedo na vida que a pessoa precisa, de fato, viver de expedientes, para sobreviver economicamente. Mesmo não tendo noção, ainda, e nada dizendo sobre “ter sucesso”.
Natural da Carolina do Norte, chegou à Califórnia em 1956, com 600 dólares no bolso, uma esposa, e nenhum emprego.
Em 1967, portanto onze anos depois, era chefe de uma empresa que fazia negócios de muitos milhões todos os meses, e sua fortuna pessoal, na ocasião, foi avaliada em 25 milhões de dólares.
O que significava “sucesso”
No início de uma longa entrevista que concedeu a Hill e Keown, Wiliam Patrick foi o primeiro a dizer: “Antes de tudo, vamos definir sucesso”
E o que significava “sucesso” para Patrick?
Contou que obteve sua primeira grande vitória no dia em que enfrentou o Patrick que tinha mulher e dois filhos, mas apenas cinco dólares no bolso e nenhum amigo.
E resolveu mudar para um novo estilo de vida.
“Foi nesse dia”, disse ele, “que tive certeza de que não podia atribuir mais a minha ‘má sorte e meus fracassos’ aos meus banqueiros, aos meus amigos, à minha mulher, ou aos meus sócios.
Foi nesse dia que encontrei e enfrentei a verdade – que meu fracasso era culpa só minha e que eu, e eu sozinho, era responsável.
Soube que, dai em diante, teria que construir, para mim, eu sozinho, firmes e honestos alicerces para meus planos.
Soube que tinha que fazer alguma coisa importante por minha mulher – por mim, por minha família, e pelos demais.
Assim dispus-me a construir um negócio que seria lucrativo, significativo e gratificante.”
Patrick resolveu, decidiu… ser um sucesso, e foi um sucesso.
Muitos homens do seu tempo tiveram a mesma ambição, de criar uma empresa lucrativa e gozar as delícias do sucesso financeiro, social e pessoal.
Por que, então, tão poucos chegam lá,
e por que Patrick foi tão notavelmente competente em conseguir um sucesso após o outro?









